Curiosidade: Como o vagalume emite sua luz?

Químicos e biólogos chamam a isso de bioluminescência. “Esse fenômeno resulta da oxidação de uma substância combustível produzida pelo próprio animal: a luciferina”, afirma Etelvino Bechara, do Instituto de Química da USP. A luciferina reage com o oxigênio que o animal inspira, auxiliada por uma enzima batizada de luciferase. A energia é fornecida pela substância adenosina trifosfato (ATP), principal fonte energética usada pelo metabolismo das células, mas, nesse caso, o resultado é a emissão de luz. Há três espécies de besouros luminosos: os vaga-lumes, da família dos lampirídeos, com luz que varia entre o verde e o amarelo; os tectecs ou salta-martins, dos elaterídeos, que emitem luz entre o verde e o laranja; e os trenzinhos, dos fengodídeos, capazes de mais tonalidades: verde, amarelo, laranja ou vermelho.

A reação da luciferina com oxigênio na presença da luciferase e da ATP ocorre em células especiais (os fotócitos) que formam um tecido chamado lanterna. Esse tecido está ligado à traquéia e ao cérebro, permitindo assim o controle da iluminação. Ou seja: o inseto só se acende quando tem vontade.

Farolete voador

Reação química faz inseto acender

1. O oxigênio inalado pelo vaga-lume é enviado para o tecido chamado lanterna, onde reage com duas substâncias: luciferina e luciferase

2. A substância ATP fornece energia e o resultado da reação é a oxiluciferina, que libera energia em forma de luz

Fonte: Mundo estranho

A Ausência do Zero no Sistema de Numeração dos Romanos

Os números criados pelos romanos foram relacionados a letras, diferente de outros povos que criaram símbolos na representação numérica de algarismos. Os números romanos utilizavam as letras I, V, X, L, C, D, M na representação dos seguintes valores: 1, 5, 10, 50, 100, 500, 1000 respectivamente. O interessante desse sistema de numeração é a ausência de uma letra relacionada ao número zero. Mas ao criar esse sistema de numeração, os romanos não estavam interessados na realização de cálculos. Eles simplesmente queriam números representativos para a determinação de quantidades, como contar objetos, animais, armas e etc. A representação numérica adotada pelos romanos foi durante muitos séculos a mais utilizada por toda a Europa.

Com o desenvolvimento da expansão comercial, a utilização de cálculos matemáticos tornou-se uma questão primordial. Foi nesse momento que os números romanos foram questionados em razão da ausência do zero e da representação de valores por letras. Essas características principais do sistema de numeração dos romanos dificultavam o desenvolvimento de técnicas matemáticas eficazes. Alguns estudiosos romanos tentaram relacionar o sistema numérico com a utilização do ábaco, mas os meios operantes requisitavam conhecimentos complexos.

 Ábaco.

O algarismo zero, ausente no sistema de numeração dos romanos, fora descoberto pelo povo hindu, bem como um novo sistema de numeração semelhante ao utilizado atualmente. Esse sistema consistia em uma base decimal (dez algarismos) que ordenados entre si formavam e representavam qualquer número. O sistema criado pelos hindus fora divulgado por toda a Europa pelos árabes, passando a ser conhecido como sistema de numeração indo-arábico. Esses números contribuíram de forma incessante na modernização dos cálculos matemáticos, em razão de sua praticidade simbólica e representação de quantidades.

Atualmente, os números romanos são utilizados na representação de nomes de papas e reis, de séculos, nomes de ruas, marcações de relógios, capítulos de livros etc.

O algarismo zero, ausente no sistema de numeração dos romanos, fora descoberto pelo povo hindu, bem como um novo sistema de numeração semelhante ao utilizado atualmente. Esse sistema consistia em uma base decimal (dez algarismos) que ordenados entre si formavam e representavam qualquer número. O sistema criado pelos hindus fora divulgado por toda a Europa pelos árabes, passando a ser conhecido como sistema de numeração indo-arábico. Esses números contribuíram de forma incessante na modernização dos cálculos matemáticos, em razão de sua praticidade simbólica e representação de quantidades.

Atualmente, os números romanos são utilizados na representação de nomes de papas e reis, de séculos, nomes de ruas, marcações de relógios, capítulos de livros etc.

Fonte: Brasil Escola

Feira de conhecimentos do Colégio Maria Montessori

Nos dias 17 á 19-10-2012 tivemos o privilégio de contribuir para a realização da II feira de conhecimento do Colégio Maria Montessori, na qual o tema principal abordado foi a viajem à Porto Seguro, com o intuito de apresentar para pais, alunos e professores um pouco do nosso conhecimento sobre esse litoral.

Na 1ª serie do ensino médio foram divididos em 3 grupos, onde o grupo de sete componentes qual participei ficou responsável pela disciplina de geografia e química que abordava a localização de Porto Seguro, a Mata Atlântica, relevo, seringueiras, Ceplac, entre outros.

Fiquei responsável por abordar relevos: prais e um pouco do Bioma Mata atlântica.

Praias:

O município conta com um extenso litoral de praias de areias fina, branca, e com pouca poluição, onde está dividido pela foz do rio Buranhém. Os grãos de areia nascem do desmanche das rochas de algumas serras próximas. É o mesmo processo que forma as areias dos rios, dunas, lagos e lagoas que costumam demorar milhões de anos para ocorrer o desgaste. Quando ocorrido pegam carona do vento ou dá água dos rios até as praias. É o tipo de rocha dessa montanha que forma o tipo de areia.

Mata atlântica:

Rica em espécies vegetais apresenta árvores como o cedro, a figueira, o ipê, o jequitibá-rosa e o pau-brasil. É um ecossistema de clima tropical, ou seja, quente e úmido, onde apresenta relevo de planaltos e serras que impedem a passa da massa de ar (barlaventos), gerando chuvas constantes na região costeira. O solo desta mata é em geral bastante raso, pouco ventilado, sempre úmido e recebe pouca luz, a maior parte da luminosidade é absorvida pelas folhas das árvores mais altas.

Por: Najara Sampaio

Princípio da Conservação da Quantidade de Movimento

Assim como Laivoisier estabeleceu a Lei da Conservação das Massas, mais de 100 anos antes, René Descartes (1596-1650) enunciou uma ideia de que a quantidade de movimento do Universo é constante.

Nesse contexto, a energia não é a única grandeza que se conserva nos fenômenos físicos. Também se conserva a quantidade de movimento. Sempre que um corpo ganha quantidade de movimento, algum outro deve perder igual quantidade de movimento.

Jogue uma bola contra outra igual, em repouso. Se a segunda bola é atingida em cheio ela sai com toda a quantidade de movimento, ficando a outra parada.

Se você atinge uma bola de beisebol com o taco, este perde velocidade, enquanto a bola sai velozmente. A perda de quantidade de movimento do taco é igual à quantidade de movimento ganha pela bola.

Quantidade de movimento nunca é criada ou destruída. Assim, "É constante a quantidade de movimento de um sistema quando a resultante das forças externas for nula". Sempre que um corpo ganha quantidade de movimento, outro corpo perde igual quantidade de movimento. Essa é a lei da conservação da quantidade de movimento. Os cientistas acreditam que existe atualmente no Universo a mesma quantidade de movimento que há um bilhão de anos.

Como já sabemos, o produto da massa m de um corpo por sua velocidade v é uma grandeza denominada quantidade de movimento do corpo. Um caminhão se 4 toneladas movendo-se a 5 quilômetros por hora, tem a mesma quantidade de movimento que um carro de 2 toneladas se movendo a 10 quilômetros por hora. 

Conclui-se, então, que a conservação da quantidade de movimento é passível de demonstração matemática, além da demonstração em diversos fenômenos. Assim, pode-se representa-la dessa forma:

Qinicial = Qfinal    

Bom, gente, essa realmente é só uma introdução à Conservação da Quantidade de Movimento, pra inicia-los no assunto. Vamos ver se realmente entendemos esse conceito fazendo uma questãozinha!

  • Exemplo:

Uma peça de artilharia de massa 2 toneladas dispara uma bala de 8 kg. A velocidade do projétil no instante em que abandona a peça é 250 m/s. Calcule a velocidade do recuo da peça, desprezando a ação de forças externas.

R: 

   1. Represente a peça de artilharia e a bala antes e depois do disparo;
   2. Utilize o princípio da conservação da quantidade de movimento. antes =depois

vP - velocidade da peça
vB - velocidade da bala

antes =depois
       0   = - vp ·2000 + 8 ·250
2000 vp = 2000
vp = 1 m/s

Entenderam? :) Se não, aí vai uma vídeo aula pra ajudar:


Por ora é isso gente, espero que ajude! Besitossss!

Fontes:

  1. Educar
  2. Cola da web
  3. Física interativa
  4. Brasil escola
  5. Módulo da 1º série do E.M, 4º volume. Editora Positivo Ltda, Curitiba-PR 2012.

Por: Hortência Gonçalves



Tipos de colisões:

Como vimos no post anterior colisões é o contato de dois ou mais corpos.Nesse  post vamos falar de três classificações para colisões ,elas são :colisão elástica, a colisão parcialmente elástica e a colisão inelástica.

  • Colisão elástica ou perfeitamente elástica

A colisão elástica é aquela em que o coeficiente de restituição vale 1 e por isso as velocidades relativas de afastamento e aproximação são iguais. Também é a única colisão em que a energia mecânica se conserva, ou seja, a energia cinética antes da colisão é igual à energia cinética após.

  • Colisão Parcialmente Elástica

Essa colisão tem como característica um coeficiente de restituição com o resultado entre zero e um. A velocidade de afastamento é menor que a de aproximação e há a dissipação de energia, de modo que a energia cinética inicial é maior que a energia cinética final.

reprodução

  • Colisão Inelástica 

A colisão inelástica é aquela em que o coeficiente de restituição vale zero e para isso, a velocidade de afastamento deve valer zero. Com a velocidade de afastamento valendo zero, fica fácil concluir que após a colisão os corpos ficam juntos.
Essa colisão também é caracterizada como sendo aquela com a maior dissipação de energia mecânica.


 

Bom pessoal , espero que vocês tenho gostado desse post  :)

Qualquer duvida mandem uma ASK para a gente.


Fonte:

  1. Educaçao UOL .
  2. Info Escola.

Por : Bruno Guerra

Física em acidentes de carro

Há várias situações desagradáveis no dia a dia. No transito um fator que já se tornou de certa forma normal e que ninguém está livre que possa ocorrer é os famosos ‘’acidentes’’, onde envolve muitas coisas como deficiência na saúde, complicações jurídicas, e gastos financeiros vão depender da intensidade que ele é ocorrido.

Os questionamentos geralmente sempre são ligados ao estrago que é causado pelos acidentes que é mais um acontecimento do cotidiano ligado à física. Já é notável uma diferença na fabricação dos carros em relação às latarias, antigamente eram mais resistentes, rígidas. Essas mudanças ocorreram para a proteção dos passageiros parece estranho não é mesmo? Pois é, quanto maior o tempo que o carro está sendo amassado a força será menor, assim faz com que as pessoas que se encontram dentro dos automóveis não fiquem submetidas a aceleração muito intensas e perigosas.

Antigamente como a latarias desses automóveis de certa forma eram mais rígidas a deformação também eram menores, o tempo ocorrido era menor, porém as forças das batidas ocorriam numa grande intensidade trazendo de fato maiores consequências mesmo que os carros estivessem em uma baixa velocidade havia vitimas fatais. 

Assim a aplicações do conhecimento físicas da dinâmica impulsiva e o desenvolvimento de novos materiais possibilitaram a criação de carros mais seguros e junto a eles com as latarias menos rígidas.

Fontes:

  1. Revista Escola
  2. Módulo positivo 4º edição, 1ºsérie EM, 2012.

Por: Najara Sampaio

Impulso na física: Do que se trata?

Bom gente, como já diz o título, vamos tratar de Impulso na Física. Se você procurar por essa palavrinha no dicionário encontrará conceitos semelhantes a esses: 

"s.m. Ação de impelir; o resultado dessa ação.
Força vertical dirigida de baixo para cima que sofre todo corpo mergulhado num fluido.
Grupo de oscilações de altíssima frequência, utilizadas em eletrônica, que se sucedem periodicamente no tempo.
Arquitetura. Peso dos arcos ou das abóbadas sobre os suportes.
Fig. Necessidade imperiosa, muitas vezes irresistível, que leva certos indivíduos à prática de atos irrefletidos; ímpeto.
Estímulo, incitamento.”

E aí, deu pra entender? Agora cabe a nós relacionar essas definições mais próximas ao conceito de Impulso dentro da Física. Impulso é, basicamente, a grandeza física que determina a atuação de forças sobre um corpo, ou seja, essa grandeza mede o esforço necessário para colocar um corpo em movimento. Em outras palavras, relaciona a força que atua sobre um corpo e o intervalo de tempo que ela atua sobre o mesmo. Pareceu complicado? Vamos simplificar!

Quando empurramos um corpo ou até mesmo o puxamos, fazemos a aplicação de uma força. Observe a gravura que se segue:

Quando um carro enguiça, como é o caso da gravura, realizamos uma força para que possamos colocá-lo novamente em movimento. Essa é a noção intuitiva de impulso. 

Falando matematicamente, essa é a fórmula que descreve o impulso: I = F. Δt,

Onde F é a força aplicada sobre o corpo e Δt é o tempo de atuação da força. 
O impulso é uma grandeza vetorial e como tal, para sua determinação completa e precisa, possui módulo, direção e sentido. No Sistema Internacional de Unidades (SI) a unidade de impulso é o N.s (newton vezes segundo). 

Imagine a situação ilustrada abaixo, onde se tem a atuação de uma força constante durante um determinado intervalo de tempo, Δt = tf – ti, sobre um bloco de massa m.

O produto dessa força constante pelo intervalo de tempo de aplicação da mesma é o chamado Impulso.

Vídeo Aula: Aqui.

Ficou claro, pessoal? Que tal agora aplicarmos nosso conhecimento em algumas questões? Vamos lá.

Ex.1Em um clássico do futebol goiano, um jogador do Vila Nova dá um chute em uma bola aplicando-lhe uma força de intensidade 7.102N em 0,1s em direção ao gol do Goiás e o goleiro manifesta reação de defesa ao chute, mas a bola entra para o delírio da torcida. Determine a intensidade do impulso do chute que o jogador dá na bola para fazer o gol. 

Resolução:

Impulso é calculado através da seguinte expressão: I = F.Δt
Logo I = 7.102. 0,1 = 70N.s

Esperam que tenham entendido. Nossa ask está sempre à disposição, abraços! 

Fontes:

  1. Brasil Escola 1
  2. Brasil Escola 1.2

Por: Hortência Gonçalves



Ao longo do tempo

Como um objeto jogado para cima pode continuar subindo durante algum tempo, se nossa mão deixa de exercer qualquer força sobre ele após o lançamento? Ao longo dos séculos, essa pergunta aparentemente simples foi motivo de muitas discordâncias entre pensadores.

Aristóteles de Estagira (384-322 a.C), filósofo grego, afirmava que o objeto continua subindo devido ao fato de trocar de posição com o ar. Assim, o ar é deslocado para baixo e, ao descer, empurra o objeto para cima. Isso era conhecido como antiperístase.

 Aristóteles de Estaria.

Depois de contestações de Copérnico, Kepler, Descartes, Galileu e Newton, as concepções aristotélicas foram abandonadas paulatinamente, pois se mostraram insuficientes ou inadequadas para explicar algumas descobertas e alguns fenômenos. Para Newton (1642-1727), quando um corpo é jogado para cima, uma força é aplicada nele durante intervalo de tempo em que ele está em contato com a mão de quem o joga. Assim, este corpo é impulsionado para cima, sofre um acréscimo no módulo de sua velocidade e, por inércia, sobe por algum tempo (mesmo após cessar a atuação da força que o impulsiona).


Copérnico, Kepler, Descartes, Galileu e Newton, respectivamente.

Ainda que Isaac Newton tenha lançado as bases da Mecânica Clássica, muito antes dele, o grego Philiponos (475-565) já havia apresentado uma ideia de impulso. Apesar disso, apenas em 1847 — mais de um século depois da morte de Newton — é que o físico frânces Belanger (1970-1874) propôs uma equação para a determinação do impulso de uma força constante, que certamente veremos nas próximas postagens.

 Belanger.

Sempre bom viajar pelo tempo, né? Mas por ora ficamos por aqui. Um abraço!!

Fonte:

Módulo positivo 4º volume, 1º série E.M 2012 — Editora Positivo Ltda. — Curitiba — PR.

Por: Hortência Gonçalves

Algo sobre Quantidade de Movimento.

  Como todos nós já sabemos, todo corpo possui uma certa dificuldade para sair do seu estado de movimento (inércia). Copos com menor massa, têm uma certa facilidade de efetuar movimento ou manter-se em repouso e fazer uma curva com velocidade constante, por exemplo.

  Para facilitar o entendimento, imagine um corpo de massa m que possui em um determinado instante,uma velocidade v. O produto entre as duas grandezas físicas anteriores (m e t), é resultado da então chamada quantidade de movimento. Matematicamente, seu valor pode ser calculado pela seguinte equação:

                              

  É valido ressaltar que se uma força aplicada na mesma direção e sentido da velocidade, sua tendencia é deixar o corpo mais rápido, ou seja, aumenta sua velocidade; se for aplicada na mesma direção só que em sentidos opostos, tende a frear o corpo; e se for aplicada perpendicularmente à velocidade do corpo, sua rapidez não será alterada, pois o trabalho dela será nulo, já sua direção será alterada.

  Visto que quantidade de movimento(Q) e velocidade(v) engloba módulo, direção e sentido, elas são determinadas como grandezas vetoriais. Ficando expressa assim:

                              

  Quanto às unidades de medida de acordo com o SI, usam-se kg para massa (m), m/s para velocidade (v) e consequentemente kg.m/s para quantidade de movimento (Q).

  Fontes: Uol - Educação.
             Só Física.
             Brasil Escola.
             Aprender Física. 

  Por: Bruno Guerra.

TAKE THIS LOLLIPOP

Lembra quando sua mãe te falava pra não aceitar doces de estranhos? É a partir disso que esse site, o Take This Lollipop, foi feito. Você abre e ele pede pra você se conectar com o Facebook. Então aparece um indivíduo com cara de maníaco que começa a te stalkear e resolve procurar pela sua casa no Google e… chega! Já dei muito spoiler.

Ninguém sabe o que que é, mas tá todo mundo dando palpite. O mais legal é que esse site levantou uma discussão bem importante: você fica aí compartilhando suas informações com todo mundo e nem sabe quem tá te vendo. E se um maníaco igual o do site estiver te stalkeando de verdade? Aí você corre pras colinas, né?

De qualquer jeito, você vai compartilhar ainda mais as suas informações ao deixar esse site ter acesso ao seu Facebook… eu sei que vai! Então, depois arrisque aí nos comentários o que você acha que é esse treco :P

Fonte: youpix